
Esse olhar de arteira,
mandiga de feiticeira,
ginga de capoeira,
preste a domar.
Enrolo nessa teia,
régua da asneira
que vivo a contar.
Anotar o quão distante
vivo nesse lance
de esconder o cantar.
Canto a tristeza
de toda realeza
do verso “não amar”.
Esse olhar de prosa,
verso, rima e bossa,
penetra ao olhar.
Os seus beijos meio Caymi,
Buarque e Vinicius,
sinfonia para orquestrar.
(Alan Félix)



















