quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Acordes da Saudade


O violão emite suas notas de saudade
a tarde na beira do rio nunca foi melancólica.

O céu que pinta minha altura,
nunca havia sido tão acinzentado.

Aquelas nuvens carregadas nunca trovejaram
meus pensamentos mais límpidos.

Aquela chuva fresca da primavera
nunca foi meu lacrimejar.

Meus olhos carregados de pranto,
faz dilúvio dentro de mim.

Deixando turva a margem daquele rio
em que outrora eu olhava minha saudade.

(Alan Félix)