quarta-feira, 27 de abril de 2011

13 de junho



Soprou em mim todo seu canto,
estremecendo meu céu candeeiro,
as estrelas do céu da minha boca, caíram.

Num brilho efêmero das estrelas cadentes,
iluminou minha noite como uma vela,
estampou na parede do meu corpo, sua sombra quente.

E como uma cortina noturna,
cobriu meu corpo como manto dispessado
refletindo o esplendor do seu beijo, no meu corpo.

(Alan Félix)